Douglas Sampaio: Um ator que desde a infância descobriu a magia da arte

Douglas Sampaio é só alegria! Em cartaz no Rio de Janeiro com o espetáculo ‘Meninos e Meninas’, ele comemora o estrondoso sucesso da peça que segue com casa lotada aos finais de semana no Teatro das Artes.

O ator, que até hoje é reconhecido nas ruas pelo papel marcante em ‘Malhação Conectados’, onde viveu um cadeirante, iniciou a carreira aos 10 anos. E bastou pouco tempo para que ele tivesse a certeza de que era a profissão que queria. Se ele pensou em desistir? É claro! Porém, o apoio dos pais foi fundamental para que o rapaz continuasse na luta pelo sonho maior.douglas-sampaio-2

Integrante da banda D’trix, já são seis anos num laço de estreita ligação com os amigos. Tendo a Black Music como grande paixão, o ator e cantor segue comemorando vitórias e focado em novos projetos.

Em razão do mega sucesso do espetáculo que encena no Rio, fomos entrevista-lo para descobrirmos os motivos que transformaram a peça numa referência ao mundo teen. Ele falou sobre a peça, relembrou o personagem Jefferson de ‘Malhação Conectados’ e deu dicas para quem busca um lugar ao sol na carreira artística. Confira!

Ponto Jovem – Você tem um personagem marcante na carreira que é o Jefferson de ‘Malhação Conectados’. Quais foram as maiores dificuldades encontradas ao compor um personagem com algumas limitações físicas?

Douglas – Foi difícil pela questão de ser automático, alguns movimentos do tronco serem ajudados pelas pernas, às vezes escapava, mas fui me adaptando. O Jefferson não nasceu cadeirante, ficou ao se acidentar numa das suas aventuras nas ruas, então a maioria das cenas eram de emoções fortes. É muito

difícil um jovem aceitar essa situação de ver todos os amigos continuarem vivendo normalmente e ele ter que conviver com essa limitação. Vivi um pouco na pele as limitações durante as cenas, pois gravava muito na comunidade, e se no asfalto já era difícil, numa comunidade com tantas escadarias e becos estreitos era quase impossível sem o auxílio dos companheiros de cena.

Ponto Jovem – Em determinado capítulo o Jefferson levanta-se da cadeira de rodas. Como foi para você trazer essa emoção à tona?

Douglas – Apesar de ser um personagem, eu me envolvi tanto que a mesma vontade que ele tinha de levantar era a minha, você sempre quer o melhor para o personagem, não via a hora de levantar, com isso não foi tão complicado trazer a emoção à tona e deixa-la fluir.

Ponto Jovem – Qual é a marca que o Jefferson deixou na sua vida?

Douglas – Nunca tinha parado pra pensar nas dificuldades de um cadeirante, passei a dar mais valor às pernas.

Ponto Jovem – Ainda mantém laços de amizade com a galera daquela época de Malhação? Quais?

Douglas – Mais por redes sociais, sempre que terminamos um trabalho cada um normalmente vai pra um canto, porque outros projetos acontecem. Os que mais mantenho contato são os atores que eram do meu núcleo da favela, estávamos sempre juntos gravando, dá muita saudade!

Ponto Jovem – É verdade que você ouviu muitos ‘não’ em testes até conseguir um papel na TV?

Douglas – Verdade, mas acho que isso foi necessário, no início me abalava muito por não passar, depois fui acostumando e vendo que não era só comigo. Uma hora acontece.

Ponto Jovem – Pensou em desistir?

Douglas – Diversas vezes. É muito concorrido, muita gente para aquele papel específico, mas meus pais sempre apoiaram muito e isso me ajudou bastante.

Ponto Jovem – Você começou a carreira aos 10 anos fazendo teatro infantil. Como era o Douglas em relação à carreira naquela época?

Douglas – Eu estava começando a descobrir e me encantar de verdade pela profissão. Com 12 anos decidi que era isso que eu queria pra minha vida.

Ponto Jovem – Você também canta, toca violão. Fale um pouco da sua Banda D’trix.

Douglas – A banda D’trix muito mais que ser apenas um conjunto musical, nos tornou uma família onde temos muito cuidado um do outro, são seis anos convivendo com os mesmos amigos. Foi onde eu aprendi a respeitar o espaço do outro, aceitar as opiniões que se divergem, dividir, entre outras coisas. Posso dizer que me trouxe um amadurecimento tanto musical, quanto pessoal.

Ponto Jovem – Qual é seu estilo musical?

Douglas – Ouço de tudo, mas minha preferencia para tocar é a Black Music.

Ponto Jovem – Você está em cartaz com o espetáculo ‘Meninos e Meninas’, grande sucesso no Teatro das Artes, no Rio. Um dos personagens que viveu é polêmico, pois em determinado momento ele se envolvia num beijo gay em cena. Como foi fazer a esquete e qual era a reação do público?

Douglas – Super tranquilo por ter toda uma história até chegar ao beijo, não é um beijo à toa, sem ter um porquê. A reação é super tranquila, os espectadores não veem a hora de o beijo acontecer, a cena é linda, fala da descoberta sexual de um cara que nunca tinha se interessado por alguém do mesmo sexo. Sempre aplaudem o beijo.

Ponto Jovem – Quais são seus projetos para 2015 além da peça?

Douglas – Muita gente tem ido assistir ‘Meninos e Meninas’. A previsão é até 2016 com a peça em cartaz. Como ator só esse projeto, mas na música pretendo gravar meu CD este ano ainda com um projeto solo mais voltado pro Hip-hop \ Pop \ Black.

Ponto Jovem – O que tem a dizer para a garotada que busca um lugar ao sol na carreira?

Douglas – Estar sempre estudando e se aprimorando para estar pronto quando pintar a oportunidade. Não tem uma receita, acho que só não pode ter pressa porque com cada um acontece naturalmente no seu tempo.

“…aprendi a respeitar o espaço do outro, aceitar as opiniões que se divergem, dividir, entre outras coisas. Posso dizer que me trouxe um amadurecimento tanto musical, quanto pessoal.”

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