GIBA PIGNATTI

Por: ALEXANDRE NOVASKI

GIBA PIGNATTI (29 anos) é um rosto conhecido em campanhas publicitárias. Entretanto, batalhou bastante para alcançar seus objetivos. Modelo e ator, em Maio ele irá representar o Brasil num concurso internacional que acontecerá na Tailândia.

Formado em Educação física, o belo rapaz de 1,86 e 92 kg é muito disciplinado em relação ao trabalho, e sabe o quanto isso faz a diferença na profissão. Confira uma entrevista exclusiva e saiba mais sobre a ‘Vida de Modelo’ do brasileiro que está ganhando as passarelas do mundo.

 


 

PONTO JOVEM: Como foi que tudo começou?

GIBA: Quando eu tinha 15 anos, fui abordado num shopping em São Paulo por um Scouter de uma agência média daqui. Eu não queria saber disso na época não, queria era jogar futebol, mas acabei pegando o cartão do rapaz. Quatro anos depois, eu já havia deixado o futebol de lado, a faculdade trancada por conta do esporte… Então, pensei: quero aproveitar o semestre para trabalhar. Daí eu me lembrei do cartão. Perguntei pra minha mãe onde havia colocado, ela sabia, então liguei na agência numa terça-feira pela manhã e naquele mesmo dia já estava fotografando. Isso aconteceu em 2006, eu tinha de 19 pra 20 anos de idade.

PONTO JOVEM: O que te levou a buscar uma faculdade de Educação Física?

GIBA: Pouca gente me pergunta isso. Meu sonho desde criança era jogar futebol. Eu era muito técnico, só que meu físico era abaixo dos meninos, ou seja, eu era um cara muito pesado pra jogar futebol. Percebi que, se eu entendesse como as coisas funcionariam eu poderia me desenvolver fisicamente e realizar meu sonho. Tanto que, quando entrei na faculdade de Educação Física não me via terminando. Acabou acontecendo me tornar um profissional do futebol e conclui a faculdade. Fiz pra isso, pra poder me conhecer melhor e otimizar meus treinos e me tornar jogador de futebol profissional.

PONTO JOVEM: Como é o Giba modelo e o Giba Personal Trainer?

GIBA: É tudo bem corrido. Basicamente a minha atividade de Personal acontece pela manhã, além de final de tarde e noite. E nesse meio tempo faço meus testes, treino. E quando eventualmente surge um trabalho como modelo que vá levar o dia todo, eu já aviso previamente e reponho as aulas no final de semana. Sempre deu certo, mas é bem corrido. Acabo descansando bem pouco durante a semana.

PONTO JOVEM: A vida esportiva ajudou de que forma a conquistar trabalhos como modelo?

GIBA: Sem dúvida. Tanto que, em relação à pergunta número 1, quando procurei a agência em 2006, com 19 pra 20 anos, eu estava machucado, eu fazia fisioterapia pra voltar aos gramados, mas o meu shape estava muito legal pra treinar os dois períodos, eu me alimentava super bem, então eu cheguei não com o físico ideal pra modelar, mas muito perto disso e por conta da atividade profissional do futebol que eu exercia na época.

PONTO JOVEM: O Giba é um homem regrado na hora de se alimentar ou beber?

GIBA: Eu sou um cara extremamente ‘caxias’. Tenho horário pra comer, controlo todas as minhas refeições, eu peso os alimentos que como, tenho uma balancinha de cozinha. Eu levo tudo muito a sério mesmo. Gosto muito de doce, então, só quando não aguento o tranco é que me permito comer alguma besteira. Ultimamente andava meio desfocado, mas agora com o concurso internacional chegando, estou extremamente motivo pra poder manter isso ao menos até a data final do concurso. E praticamente não bebo. Dá pra contar nos dedos o ano em que coloco álcool na boca.

PONTO JOVEM: Você vai representar o Brasil no exterior no próximo Mister Global. Fale mais sobre isso.

GIBA: O concurso vai acontecer na Tailândia e a final será em Maio. No final de Abril já viajo pra lá e fico duas semanas. Eu sou o atual vice Mister Brasil, e nós do Top 3 temos vagas diretas a concursos internacionais que a própria organização do Mister Brasil vai indicando. Eu fui indicado pra esse concurso, é a quarta edição dele. Só ganharam asiáticos por enquanto. Eu estou estudando bastante o concurso, conversando com bastante gente que mora na Ásia pra entender o que eles procuram e me adequar ao máximo possível pra trazer esse título pra nós. Eu quero conhecer a Tailândia, entender a cultura deles, mas também não quero ir só a passeio. Quero trazer o título pra gente.

PONTO JOVEM: Você é um rosto bem conhecido no mundo da moda, estrelou diversas campanhas. O que é preciso para angariar um número expressivo de trabalhos na área?

GIBA: Eu demorei muito pra acontecer na moda. E a primeira coisa que me vem à cabeça é a persistência. Eu comecei a trabalhar, de verdade mesmo, de conseguir bastante espaço, foi de uns três anos pra cá. Então, tente imaginar quando te falei que comecei a modelar em 2006 até 2013 quantos e quantos anos eu não ralei, me apresentei aos clientes, estudei teatro, busquei referências e fotografei bastante com várias pessoas que me ajudaram a desenvolver nesse sentido. Então eu acho que a primeira coisa é a persistência. E a segunda é se cercar de pessoas que realmente valham a pena, que queiram te trabalhar, que queiram te desenvolver, porque tem muita gente que já quer o modelo pronto e ninguém nasce pronto em nenhuma profissão. Há de se ter uma pessoa que realmente queira te desenvolver pra que você fique pronto e alcance o sucesso.

PONTO JOVEM: Você também é ator. Existe preconceito na área devido ao trabalho como modelo?

GIBA: Infelizmente sim. E depois que minha carreira de modelo se desenvolveu, eu venho tendo cada vez menos espaço pra poder mostrar meu trabalho como ator, infelizmente.  Eu acho que esse preconceito acontece também porque algumas pessoas que foram da moda pra área de atuação não estavam preparadas pra poder sustentar uma carreira como ator ou atriz nesse sentido. Então acabou dificultando as pessoas que saem do meio da moda e vão pra área de teatro ou atuação em geral.

PONTO JOVEM: Pretende modelar até quando?

GIBA: Eu não faço planos nesse sentido. Eu acredito que se puder me manter bem consigo me sustentar até uns 35 anos. Estou com 29, acho que mais uns 06 anos, no máximo. Mas eu não faço planos. Tudo vai depender também das outras coisas que possam acontecer, na área de atuação. É realmente muito difícil saber o que vai acontecer amanhã.

PONTO JOVEM: Em relação à carreira de modelo e ator, o que almeja para o futuro?

GIBA: Olha, eu já almejei tanta coisa. Eu já almejei coisas materiais em demasia, carrão, apartamento de luxo, viagens, as mulheres mais bonitas, e hoje em dia quero simplicidade. Poder ter paz. É claro que a condição financeira tá relacionada com isso, mas eu não quero excessos, quero o suficiente pra ter uma vida tranquila. E poder continuar. Acho que esses últimos anos foram muito bons. Já consegui viver uma vida equilibrada em todos os níveis. Tive ótimas namoradas, tive ótimos trabalhos, reconhecimento, consigo guardar meu dinheirinho anualmente pra poder comprar um apartamento. Se as coisas continuarem assim estarei muito contente.

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