‘Gilda, Lúcia e o Bode’, uma história para emocionar as famílias na noite de Natal

10 de dezembro de 2020 Teatro, TV e Cinema
‘Gilda, Lúcia e o Bode’, uma história para emocionar as famílias na noite de Natal

‘Gilda, Lúcia e o Bode’, uma história para emocionar as famílias na noite de Natal

O fim de um ano tem o simbolismo de encerramento de um ciclo. É uma época em que costumamos refletir, perdoar, fazer planos, acelerar mudanças, nos reconectar com quem amamos e buscar maneiras de atrair sorte para a nova fase que começa. Num ano como 2020, em que a vida de todos foi impactada por uma pandemia, isso ganha ainda mais significado. Para levar ao público uma mensagem de esperança, que reforça a importância da união das famílias e da crença nos sonhos, a TV Globo exibe na noite de 25 de dezembro uma história emocionante: ‘Gilda, Lúcia e o Bode’. 

Escrito por Jorge Furtado, com Fernanda Torres e Antônio Prata, dirigido por Pedro Waddington e com direção artística de Andrucha Waddington, o especial traz a continuação da trama protagonizada por Fernanda Montenegro e Fernanda Torres na série ‘Amor e Sorte’, exibida na TV Globo em setembro. A trama que envolve mãe e filha na vida real e na ficção ganha um novo enredo. O elenco inclui Joaquim Waddington, filho de Andrucha e Fernanda Torres, que ganha mais destaque desta vez como o jovem Dimas, e nomes de peso como Arlete Salles e Fabiula Nascimento. E, claro, o bode, que, na história, se chama Everi.

Após um período de convivência forçada em função do isolamento social, Gilda (Fernanda Montenegro) e Lúcia (Fernanda Torres) encaram uma nova realidade. Lúcia é demitida do seu emprego e vê como única alternativa o aluguel da casa da Serra para garantir o sustento das duas nos meses seguintes. Ambas precisam voltar a viver juntas na casa de Gilda no Rio de Janeiro. Uma das condições para fechar o contrato com a locatária é que elas deem um jeito de levar o bode que Gilda havia ganhado em uma rifa. É véspera da virada do ano e elas, agora na cidade, precisam lidar com o animal e com um grande ‘bode na sala’ em função das dificuldades financeiras e da insistência de Gilda em viver cada segundo sem pensar no amanhã. “A ideia deste episódio surgiu ao imaginarmos a continuidade da história da Gilda e da Lúcia e a nova vida que passariam a ter quando retornassem ao Rio, juntas. Acho que a principal mensagem da trama é que a gente pode superar todos os problemas de uma maneira melhor se estivermos juntos. E a família é para onde corremos quando a coisa aperta. É o que vimos acontecer muito nos últimos meses e vai continuar acontecendo no próximo ano”, explica o autor Jorge Furtado.

Antônio Prata, que assina o roteiro com Jorge e Fernanda Torres, complementa: “O episódio trata de um choque de gerações, de duas visões de mundo que se confrontam a partir de uma situação inicial”. Fernanda Torres endossa o conceito. “A trama fala da delicadeza da relação das duas e das diferenças ideológicas delas, vencida através do afeto. E tem uma mistura de drama e comédia difícil de encontrar. Muitas famílias racharam durante esses anos de polarização, e o especial propõe uma reconciliação através do afeto. Por tudo isso, ficamos muito felizes de voltar às duas, neste especial de Natal, que é uma hora de reencontro familiar”, afirma. “‘Gilda, Lúcia e o Bode’, assim como o primeiro episódio, faz uma espécie de crônica do mundo que a gente está vivendo hoje, da situação do país, da situação dessa polarização ideológica que existe, de certa forma, dentro da casa da Gilda (Fernanda Montenegro) e da Lúcia (Fernanda Torres). Acho que ele vem para emocionar, para divertir e para entreter”, complementa o diretor artístico Andrucha Waddington.

No Rio de Janeiro, é hora de lidar com os bodes na sala

Resiliência, luta, fé e afeto estão entre as lições do especial. Na partida da Serra, sabendo que os desafios seriam muitos nos meses seguintes e sem coragem de abandonar o bode, Lúcia (Fernanda Torres) deixa um bilhete para Dimas (Joaquim Waddington), o rapaz que rifou o animal, em um posto de gasolina. No bilhete escrito à mão e entregue a uma funcionária do local que conhecia o jovem, ela pede que ele vá ao Rio buscar o bicho.

Na capital, após amarrarem o bode no jardim e se instalarem na casa, Lúcia (Fernanda Torres) começa a organizar a vida diante da nova realidade e se surpreende com as dívidas assumidas por Gilda (Fernanda Montenegro) nos meses anteriores ao início da pandemia, entre elas, um grande empréstimo com a cunhada Olga (Arlete Salles). Quanto mais tenta entender o que está acontecendo, mais a situação piora: até a casa Gilda empenhou. Acumulou gastos em nada menos que sete cartões de crédito. Depois de muita conversa, o motivo: Gilda estava com suspeita de uma doença grave, e, certa de que teria pouquíssimo tempo de vida, decidiu gastar nela mesma, para aproveitar ao máximo os dias que lhe restavam. “Calculou mal”, e as dívidas foram se acumulando. Em um dos diálogos da trama, a personagem justifica: “A velhice rouba quase tudo da gente, sabe? O sexo, o sono, os amigos morrem, as pernas doem, mas o paladar resiste. Eu gosto de paio, bucho, costela. Mas eu não mereço morrer tomando vinho ruim”.

Enquanto Lúcia está ocupada em pesquisar opções de investimentos, maneiras de salvar a casa, tirar o nome da mãe do vermelho e separar dinheiro para poderem sobreviver, Dimas chega à capital à procura do bode. E mais: diz que precisa pernoitar para aguardar uma carona de volta à Serra no dia seguinte. Prontamente acolhido por Gilda, para a loucura de Lúcia, o jovem acaba ajudando na rotina da casa. A estadia passa a se estender quando ele se encanta com a cidade e, mais ainda, com Sara Graça (Muse Maya), moça que conhece quando leva Everi para pastar na praia.

Olga reivindica a quitação das dívidas envolvendo seu nome, Lúcia faz as contas, Dimas cai nas graças da vida carioca e Gilda vai tentar dar seu jeito de resolver a situação da família, nem que seja tentando a sorte. É véspera do Ano Novo, e uma nova corrida se impõe: a tentativa de Gilda, Lúcia e Olga de cumprirem a tradição de vêr o último pôr do sol do ano juntas – o que não haviam feito na última virada, para a catástrofe da vida de todos. “Como muitas famílias da vida real neste momento, Gilda e Lúcia estão enfrentando uma situação difícil, vendo os recursos se esvaírem, e isso só vai piorando. Mas, no fim, a união delas consegue superar tudo”, adianta o autor Jorge Furtado.

Criado por Jorge Furtado, o especial de fim de ano ‘Gilda, Lúcia e o Bode’ tem roteiro de Jorge Furtado, com Fernanda Torres e Antônio Prata, direção de Pedro Waddington e direção artística de Andrucha Waddington. Protagonizado por Fernanda Montenegro, Fernanda Torres e Joaquim Waddington, conta com as participações especiais de Arlete Salles e Fabiula Nascimento, além de Muse Maya, Kelzy Ecard, Thelmo Fernandes, Cibele Santa Cruz e Fernando Pestana no elenco.

A atração será exibida na noite de 25 de dezembro na TV Globo, após ‘A Força do Querer’.

 


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